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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Casa do horror à venda por um milhão de dólares


A casa supostamente assombrada da Avenida Ocean 112 que ficou famosa no filme The Amityville Horror de 1979 está à venda em Nova York - os fantasmas não estão incluídos.
A casa de estilo colonial holandês com cinco quartos, entrou no mercado na segunda-feira por US $ 1.15milhões.
Em 1974 seis membros da família DeFeo foram baleados e mortos enquanto dormiam na casa. O assassino foi o filho mais velho, Ronald DeFeo Jr. de 23 anos, que ainda permanece preso, condenado a 25 anos de prisão pelos assassinatos.
A prisão de Ronald DeFeo Jr.
O filme é baseado na história de George e Kathleen Lutz que compraram a casa treze meses após os assassinatos por 80 mil dólares, em dezembro de 1975, pensando que seria a casa dos seus sonhos.
Mas o sonho logo se transformou em pesadelo quando fenômenos sobrenaturais começaram a acontecer. Depois de 28 dias terríveis eles fugiram.
A cena do crime de 1974
O crime gerou um livro e uma série de filmes que narram vários acontecimentos sobrenaturais, incluindo visões das paredes escorrendo lodo, mobiliário que se move sozinho e a visita de um porco demoníaco chamado Jodie.
James Brolin e Margot Kidder
O filme original foi estrelado por James Brolin e Margot Kidder.
Os vizinhos dizem que a casa é visitada ocasionalmente, principalmente no Halloween.



segunda-feira, 27 de junho de 2011

Casas assombradas de Portugal



Há quem garanta que há fantasmas, espíritos do além e casas assombradas. Para outros, é tudo fruto do medo e da imaginação.

Era uma vez uma casa onde voavam copos, as portas abriam e fechavam sozinhas, as velas acendiam como que por artes mágicas e até caíam pedras, sem que alguma vez se ferisse alguém. Nesta casa vivia gente.
Gente que passava pelos dias e, sobretudo, pelas noites, apavorada. A vizinhança tinha já presenciado certas manifestações que todos atribuíam a presenças do além. Pior, era o próprio demônio o autor de tão insólitos acontecimentos.
Até que um dia o senhor António, o habitante mais velho da casa, decidiu recorrer ao cura da aldeia, ali numa paróquia do Minho, a pedir que fosse lá a casa, fizesse umas rezas e expulsasse os espíritos. Antes de tomar qualquer decisão, o pároco decidiu passar um dia em casa daquela apavorada família.
Não queria acreditar quando assistiu, ele próprio, ao que o senhor António lhe tinha relatado no silêncio da sua sacristia. Aquelas coisas estranhas aconteciam mesmo. Todos, lá em casa, lhe rogaram para que benzesse o lar e, mais, ali fizesse um exorcismo.
Não se deixando convencer à primeira, ainda que tenha presenciado tão estranhos eventos, recorreu a uns conhecimentos que tinha em Braga para ali trazer especialistas ligados à parapsicologia.

Casa das Pedras, na Linha de Cascais...

Mesmo na presença dos doutores, os espíritos não estiveram com meias-tintas. Choveram pedras, portas e janelas abriram e fecharam-se sozinhas e até alguns fardos de palha arrumados no telheiro começaram a arder.
Maria Luísa Albuquerque, uma encartada chamada pelo cura, a todos perguntou pela idade, na esperança de que o causador fosse algum adolescente dado a brincadeiras. Segundo os estudos de parapsicologia, são eles os responsáveis por 90% destes casos.
Adolescentes naquela casa só o neto, um rapaz de 15 anos... e o senhor António, na presença dos quais os fenômenos aconteciam repetidamente.
Avô e neto foram afastados de casa por alguns dias, a parapsicóloga conversou com ambos em separado e, tal como se supunha, não houve mais nenhum objeto voador.



... e Castelinho, também na Linha de Cascais, conhecidas pela presença de fantasmas


O senhor António, 76 anos acabados de fazer, andava muito angustiado com a ideia da morte; já Francisco, levava a vida "na boa".

Resolvido o mistério havia que solucionar os problemas psicológicos do senhor António, que se manifestavam com estas reações parapsicológicas.

"Tudo aquilo se devia à emissão de energia somática, do senhor António, ao que em parapsicologia damos o nome de telergia, e a essa energia chamamos de psicorragia", esclarece Maria Luísa Albuquerque, que também ajudou o patriarca da família a encarar a ideia de morte de forma menos negativa.

Os calmantes receitados pelo médico de família levaram-no a dormir melhor, e, a partir daí, os fenômenos cessaram.

Tudo se resumia, afinal, ao medo "do que encontraria do outro lado, depois da morte, ele que tinha dedicado a vida à família e às terras", recorda a parapsicóloga, licenciada por uma universidade de São Paulo, no Brasil, e com doutoramento em Espanha dedicado ao tema "Demônio, um caso clínico".
Heitor Morais, padre jesuíta e diretor da revista "Magnificat", sediada em Braga, tem uma explicação para estes fenômenos: "Tudo isto é causado pela força física da mente. As pessoas andam angustiadas, têm problemas que as inquietam, medos, angústias, e de forma inesperada, involuntária e inconscientemente provocam reações físicas nos objetos."
Ele próprio já assistiu a estas ocorrências e já tranquilizou as pessoas dizendo-lhes que aquilo eram reações parapsicológicas que terminariam quando as pessoas se tranquilizassem.
"Mesmo assim pedem-me para lhes benzer as casas, talvez por sugestão, para ficarem mais tranquilos. Em regra não rezo, nem deito água benta, mas se isso fizer com que as pessoas fiquem sossegadas..."
A casa onde José Castelo Branco teve uma visão parece um pequenino castelo, com torres e imitações de ameias. Fica junto ao mar, em São João do Estoril, na estrada Marginal que liga Lisboa a Cascais.
Esteve durante muito anos votada ao abandono, mas nem por isso quem lá passava deixava de ver luzes a acender e a apagar. Figura ímpar do jet set nacional, Castelo Branco esteve decidido a comprá-la em 1983.
Na sua primeira visita ao local logo mudou de ideias, quando avistou uma criança, menina, a brincar em cima do muro da propriedade, junto à falésia, acompanhada por outras, sentadas nos rochedos.
Na altura, o marchant sentiu-se tentado a voar. "Se não me tivessem agarrado teria caído ali mesmo." Desistiu do negócio e não se arrepende.
A mesma casa tentou a mãe de Lili Caneças. "Eu era a pessoa certa para a morada certa. Aquele castelinho com ameias junto ao mar faria de mim a princesa que eu sempre achei que era."
O preço pedido era até convidativo. Mas o negócio ficou por acontecer dado que foram informadas de que a casa seria assombrada e de que as pessoas que lá viviam ou morriam rapidamente ou os negócios estouravam.
"Era a visão do inferno de Dante. A minha mãe não quis arriscar e desistimos do negócio. Hoje teria insistido para que se comprasse a casa. Quando por lá passo, conto esta história ao meu neto", diz Lili Caneças.
Atualmente, o castelinho, conhecido por casa do Dr. Cebola, está habitada e restaurada e não consta que alguma desgraça tenha acontecido.
Ali bem perto, na Parede, mas do lado oposto, apresenta-se outra habitação com fama de assombrações.
Mandada construir em 1904 pelo comandante e capitão-de-fragata Manuel de Azevedo Gomes, ficou conhecida como a casa das pedras.
Em vias de classificação, foi desenhada pelo arquiteto italiano Nicola Bigaglia para ser casa de veraneio.
O proprietário, dada a paixão que tinha pelo mar, pediu que fosse totalmente revestida a pedras, seixos e conchas trazidas da costa.
"Com um corpo arredondado virado a sul, abrigando um jardim de Inverno, tem várias ameias e merlões, jogando com o imaginário dos castelos medievais. De tom escuro, com a pedra evidente, o edifício impõe-se ao passante como uma sugestão misteriosa, tenebrosa e repleta de opções estéticas próprias do gosto do romantismo tardio português que caracteriza o início do século XX", explica Mário Lisboa, técnico superior da Câmara Municipal de Cascais.

Sanatório da Serra da Estrela, onde vivem espirítos de antigos doentes

Mas nem por isso a explicação atenua os boatos que correm sobre as assombrações desta casa. Talvez por esta moradia tão inusitada ter sido sempre habitada por pessoas de muita idade.
"A mulher do capitão viveu lá até ser muito velhinha, ia à janela, assim como a sua filha, a D. Alice, que ali viveu até ter mais de 90 anos", refere Mário Lisboa.
Atualmente habitada, não consta que alguma vez os seus inquilinos tenham sido importunados.
Ainda na estrada Marginal, agora já bem mais próximo de Lisboa, há referências, diga-se rumores, de uma outra casa assombrada.
Em ruínas, fica em Caxias, junto à curva que dá acesso à A5, próximo do farol da Gibalta. Antiga casa de chá, nunca ali viveu ou funcionou durante muito tempo gente ou negócios. Diz-se que os antigos donos não querem lá ninguém.
Para já, têm tido sorte. Está previsto que aquele vale seja todo reconvertido e transformado em habitação e comércio.
Ana Maria Magalhães, a autora que em parceria com Isabel Alçada tem escrito a coleção "Uma Aventura", foi proprietária de uma casa dita assombrada.
Comprou-a nos anos 60 e logo após o 25 de Abril viu as casas vizinhas serem todas ocupadas.
A sua foi uma exceção. Ninguém a quis. Até ao dia em que comentou o fato com uma vizinha e esta lhe disse que a casa era assombrada por um pescador, antigo proprietário, conhecido como Rompedias.
Em vida, Rompedias jurara que a sua casa nunca haveria de sair da família. Como saiu, o falecido pescador não abandonou a moradia.
Até então, a escritora nunca tinha dado por nada. Mas a partir daí começou a reconhecer fenômenos estranhos: "Emprestava a casa a amigos e alguns deles vinham de lá pálidos e diziam que não queriam lá voltar, garantindo que tinham visto um velho com camisa aos quadrados na sala ou a espreitar à janela."
Ana Maria Magalhães garante nunca ter sido visitada, mas numa noite de Verão ouviu uma porta a bater e, quando foi espreitar, a porta da casa de banho estava trancada por dentro.
"Não estava lá ninguém e não havia janelas. Só não sei se foi o Rompedias", graceja. A verdade é que a história serviu de inspiração a um dos seus livros e até o fantasma da história ganhou o nome de Rompedias.
Vítor Rodrigues, psicólogo e psicoterapeuta, garante que a forma mais fácil de criar fantasmas é a sugestão: "Se uma pessoa vai a uma casa sabendo que existe uma lenda, fica logo influenciada".
"Qualquer perito em efeitos especiais sabe que é facílimo criar ilusões deste tipo, e, às vezes, criam-se para fazer baixar os preços de uma casa, mas também há locais onde de fato se produzem fenômenos bizarros".

"A existência de campos eletromagnéticos, de veios de água subterrâneos podem provocar perturbações. A existência de infra-sons provocados por fenômenos naturais podem ter o mesmo efeito."

Mas Vítor Rodrigues também reconhece que "há pessoas com elevada percepção extra-sensorial, capaz de captar informação e de agir sobre fenômenos físicos e biológicos do nosso mundo tangível sem qualquer mediação física conhecida".


Acrescenta: "Não falta rigor epistemológico à investigação que demonstra a existência da possibilidade de seres humanos, e até animais, poderem interagir à distância com sistemas físicos e biológicos ou poderem transcender os limites de espaço e tempo e captarem informação sobre eventos distantes no futuro e no passado.


Como é evidente, qualquer especulação sobre hipotéticas implicações religiosas deste fato poderá ser ilusória."
Hotel da Bela Vista, em Portimão. Diz a lenda que a antiga proprietária ainda anda por lá

José Lucas não tem ilusões. Para ele, as casas assombradas são um fato. "Não são mais do que locais onde existem manifestações espirituais, repetitivas, que podem ter várias causas". Explica: "Existem locais onde, certas pessoas, após a morte do corpo físico, se apegam e ficam por lá."
Isso acontece, esclarece José Lucas, militar e secretário da Associação de Divulgadores de Espiritismo de Portugal, pelo fato de alguém, que tendo uma obsessão muito grande pela sua casa, terreno, ou qualquer outro bem material, continuar depois de morta ligada mentalmente àquilo que valoriza: os seus bens particulares. Podem existir outros motivos, como explica "O Livro dos Espíritos", de Allan Kardec.

Ruínas de uma casa de chá em Caxias, onde nada vai avante

Assim sendo, "se alguém alugar ou adquirir aquela casa, as pessoas no mundo espiritual, sentindo os novos donos como ameaças aos seus pertences, desencadeiam barulhos e outros fenômenos de efeitos físicos, no sentido de afastar os intrusos e assim ficarem sozinhos com o que é deles".
Mas também existe outro fenômeno, clarifica José Lucas, em que algum habitante, com poderes de médium, liberta ectoplasma, uma substância utilizada pelos espíritos para agirem sobre a matéria.
Nesses casos, as pessoas, pensando ser a casa que está assombrada, mudam de residência, continuando os mesmos fenômenos para onde forem.
Segundo consta, as assombrações que atormentaram Jenna Bush, uma das filhas de George W. Bush, enquanto viveu na Casa Branca, não a seguiram.
Mas se ficaram pelos salões parece que ainda não visitaram a família Obama. Contudo, no site oficial da casa mais famosa de Washington, a tradição não é abafada e por lá se referem as famosas aparições dos fantasmas do 16º Presidente dos EUA, Abraham Lincoln, e de Abigail Adams, mulher do segundo Presidente dos EUA, e dos sons celestiais que saem de algumas lareiras.

14 Lugares conhecidos como mal-assombrados em São Paulo



1 Edifício Joelma



Localização:Praça da Bandeira, Rua Santo Antônio, 184 e Av. Nove de Julho, 225

Inauguração: Década de 1970

História: Seu nome é Edifício Praça da Bandeira. Três anos após sua inauguração, ocorreu no prédio um incêndio que provocou a morte de 188 pessoas.
Especula-se que havia no local, antes da construção do edifício, um pelourinho e que os fantasmas já eram avistados, rondando o lugar.

O Joelma também ficou conhecido com o crime do poço, ocorrido na década de 1940. Algumas mulheres haviam desaparecido e, quando a polícia investigou o local, encontrou uma casa com cadáveres dentro de um poço.
A casa permaneceu fechada durante anos, até ser demolida para que fosse construído o Edifício Joelma.

Foto: Rafael CDHT/Divulgação


2 Prédio da Fundação Cásper Líbero



Localização: Av. Paulista, 900

Inauguração: 1944

História: O prédio Fundação Cásper Líbero foi inaugurado em 1944 e a TV Gazeta, em 1950.
Desde então, começaram os relatos de algumas manifestações consideradas sobrenaturais motivadas pela má qualidade da transmissão de imagens, comum na época, como problemas de interferência tais quais chuviscos e “fantasmas” (via-se na tela, ao lado do ator ou apresentador, uma espécie de réplica).
A partir daí, relatos desta natureza pipocaram: também dizem que um pelourinho existia anteriormente à construção do prédio.

Foto: crédito: Lukaaz/ Divulgação


3 Teatro Municipal



Localização: Praça Ramos de Azevedo, s/n°

Inauguração: 1911

História: Os funcionários já avistaram fantasmas no palco ou pessoas com vestuários de 1.900 nos camarotes. Também já ocorreram relatos de som de uma orquestra no palco e o avistamento de cantores de ópera em um de seus camarins.

Foto: Jefferson Pancieri/Divulgação


4 Cemitério da Consolação



Localização: Rua da Consolação, 1660

Inauguração: 1858

História: Foi a primeira necrópole de São Paulo e teve sua capela erguida graças à doação da famosa Marquesa de Santos, amante de D. Pedro.
São inúmeras as manifestações de aparições que incluem mortos famosos como a própria Domitila (Marquesa de Santos), Monteiro Lobato, Tarsila do Amaral, entre outros como Antoninho da Rocha Marmo, que morreu na década de 1930 e é conhecido como o Santo do Povo, cujo túmulo está localizado na quadra 80, terreno 6.

Existe um relato curioso: quando foi enterrada a filha do comendador Ermelino Matarazzo, o coveiro morreu.
Até hoje, dizem que o fantasma do coveiro aparece sentado sobre o túmulo da menina ou vagando pelo cemitério para saber como anda a conservação.

Foto: Jefferson Pancieri/Divulgação


5 Capela da Santa Cruz dos Enforcados



Localização: Praça da Liberdade

Inauguração: 1887

História: Em 1821, o cabo Francisco José das Chagas pediu igualdade de salários e melhor tratamento aos soldados brasileiros.
Foi punido com morte por enforcamento. Porém, no dia da execução, a corda arrebentou duas vezes, e quem assistia entendeu que seria um sinal dos céus para inocentá-lo, mas ele acabou morrendo. Isso causou a comoção da população e, em sua intenção, foi erguida uma cruz.

Sessenta e seis anos depois, foi construída uma capela no local. Desde então, há relatos de que Chaguinha (nome do cabo) é visto. A capela também é chamada de “Igreja das Almas”.


Foto: Agência Estado


6 Edifício Andraus



Localização: Av. São João com a Rua Pedro Américo, 32

Inauguração: 1962

História: Este edifício sofreu um incêndio em 1972, com um saldo de 16 mortos e mais de trezentos feridos. Até hoje, os moradores dizem escutar os pedidos de socorro daqueles que morreram.

Já foram registrados casos de “poltergeist”, como o barulho de portas e janelas que abrem e fecham sozinhas, além de ruído de passos.

Foto: Felipe Mostarda/Divulgação


7 Edifício Martinelli



Localização: Rua São Bento 397 a 413, Av. São João 11 a 65 e Rua Líbero Badaró 504 a 518.

Inauguração: 1929

História: Neste prédio, boates, confeitarias e escolas de dança fizeram dele um ícone de modernidade nos anos 1930.
Existem relatos de dois tipos de aparição no Martinelli: a primeira, de uma mulher morena, de cabelos compridos que morreu no edifício na década de 1930 e que insiste em trabalhar à noite, em uma das salas.
As pessoas dizem ouvir os barulhos de uma máquina de escrever e os sons dos seus passos, andando com sapatos altos.

A segunda aparição seria do menino Davilson, que foi morto e jogado no poço do elevador na década de 1940.


Foto: José Cordeiro/Divulgação


8 Castelinho da Rua Apa



Localização: Rua Apa, 236, esquina com a Avenida São João.

Construído em: 1912

História: Foi nesta residência que uma família inteira foi morta na década de 1930. Até hoje, o caso não foi esclarecido (a informação é de que um irmão atirou no outro e a mãe ficou na linha do fogo cruzado e faleceu).

Há relatos de pessoas que passam em frente à casa e ouvem o apelo dos filhos e da proprietária para não serem mortos.

Foto: Luiz Guarnieri/Futura Press


9 Museu do Ipiranga



Localização: Parque da Independência s/n°, Ipiranga.

Inauguração: 1895

História: Conhecido também como Museu Paulista da Universidade de São Paulo, guarda objetos e um mobiliário bem antigo.
Tanto turistas como os que trabalham no local já disseram ter visto fantasmas que transitam pelo museu, nas bibliotecas, laboratórios e nas salas de visitação pública, tanto na sua parte interna, como no jardim, na parte externa.

Foto: Caio Silveira/Divulgação


10 Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo



Localização: Largo São Francisco s/n°

Inauguração: 1827

História: Sede da Faculdade de Direito de São Paulo, uma das mais conceituadas do País, por lá passaram Álvares de Azevedo, Castro Alves, Fagundes Varella etc. Foi neste prédio que tiveram início os maiores movimentos políticos desde o Abolicionismo até a Campanha das Diretas Já.

Dizem que, em seus corredores e na biblioteca (a primeira pública de São Paulo), é possível escutar os mais notórios estudantes que lá passaram, discutindo sobre a política.

Foto: : RR Piccelli/Divulgação


11 Obelisco do Ibirapuera



Localização: Parque do Ibirapuera s/n°

Construído em: 1947/1970

História: O “Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32” é um monumento funerário, onde estão repousados os restos mortais de Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo (conhecidos como M.M.D. C.), mortos na revolução de 1932, além de mais de 700 restos mortais de outros combatentes. Há quem ouça tiros e gritos neste local.

Foto: Alexandre Diniz/Divulgação


12 Palácio dos Bandeirantes



Localização: Av. Morumbi, 4.500.

Inauguração: 1955 (instalação da sede em 1970)

História: Os funcionários mais antigos dizem escutar o ex-governador Adhemar de Barros e o conde Matarazzo discutindo.

O conde Matarazzo projetou o edifício para abrigar a Universidade Conde Francisco Matarazzo, o que não ocorreu. Além disso, passos e ruídos estranhos, alem de portas que abrem ou fecham já foram notados.

Foto: Daniel Guimarães/Divulgação


13 Casa da Dona Yayá



Localização: Rua Major Diogo, 353.

Construído em: 1800

História: Em 1870, uma senhora muito rica, chamada Dona Yayá, sofria de uma doença mental e, por isso, foi mantida reclusa na casa por 40 anos.
Dizem que ela se parecia com um zumbi, devido aos maus tratos, e sua morte foi trágica. Depois disso, todos os parentes que a maltrataram também morreram de forma terrível.

Foto: Divulgação


14 Viaduto do Chá



Localização: Vale do Anhangabaú

Inauguração: 1892

História: Ele foi o primeiro viaduto de São Paulo e ligava a Rua Direita ao Morro do Chá, cujo proprietário era o Barão de Tatuí.
No século XVI, no Vale do Anhangabaú (que significa “água do mau espírito” em tupi-guarani), muitos índios foram mortos devido à “Entrada das Bandeiras”.
Desde 1930, alguns suicídios são registrados: dizem que as pessoas são levadas a fazer isso pela ação de um mau espírito.

Foto: Jefferson Pancieri/Divulgação